Família

De ascendência germânica, Yves é filho de Ulysses e Lídia Schmidt.  Nascido em Taubaté, em 9 de junho de 1933, é irmão de Thereza Yanesse, Yancey Carlos, Yeda Maria, Yradier José e Yamar Luiz.

Família Rudner Schmidt. Acervo Pessoal.

Carreira

Aos nove anos já tocava piano. Teve como professores Heinrich Petters e Maria do Carmo Lins Prado. Em 1942 fez sua primeira exibição pública no Taubaté Country Club. Formou-se no Conservatório Dramático Musical de São Paulo.

Gravura mostra, no destaque, o Conservatório Dramático Musical de São Paulo.
Manipulação sobre imagem do acervo da Fundação Theatro Municipal de São Paulo.

Revisor

Entre seus trabalhos, revisou e tornou popular o método completo de divisão musical, popularmente conhecido como método BONA.

Trilha sonora

No seu vasto currículo, até trilha de filme o maestro compôs. Escrito por Tito Batani e Hernani Donato, “Se a cidade contasse” foi musicado por ele e estrelado por Eva Wilma e Osmano Cardoso.

Cartaz do filme Se a Cidade Contasse, musicado por Yves Rudner Schmidt. Acervo Banco de Conteúdos Culturais,

Pesquisador local

É autor de mais de vinte livros sobre a história de Taubaté. Entre suas obras estão “História dos Germânicos em Taubaté” e “Taubaté em foco”.

 

Folclorista

Observador dos costumes taubateanos, Yves colocou a história dos homens da cidade em sua música. O jongo, por exemplo, está registrado em Sítio do Picapau Amarelo e o maracatu nas aulas de Visconde de Sabugosa.

“Yves Rudner Schmidt (…) já assegurou seu discreto lugar na história da música brasileira baseada na riqueza do folclore paulista.” Vasco Mariz, História da Música Brasileira, 2000

Fêgo Camargo

Dentre os feitos do maestro está a criação da Escola de Música e Artes Maestro Fêgo Camargo.

Yves Rudner Schmidt. Gravura feita pelo crítico de música erudita Luis Roberto Trench. Na dedicatória, de 2003, o crítico defende que o músico é “o mais importante compositor do Vale do Paraíba – SP e dos mais inspirados da atualidade”. Acervo Pessoal.

De olho no Pan

Seu primeiro livro, o bilingue “Brasil – folclore para turistas”, foi lançado em 1963 visando atender os visitantes estrangeiros dos Jogos Pan-americanos que, naquele ANO, aconteceriam em São Paulo.

 

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