Vamos voltar à época em que Taubaté era ainda uma aldeia indígena.  Bem onde nos dias de hoje é o mercado Municipal, existia um laguinho de razoáveis dimensões, formado pelo represamento natural das águas do córrego do Convento Velho, aquele rio que corre embaixo da Avenida Desembargador Paulo de Oliveira Costa.

Pois bem, nos primórdios de Taubaté o lugar era conhecido como “Tanque”. Era dali que saia a água que os fundadores da cidade bebiam.

Os anos foram passando, Taubaté virou povoado, foi elevado à categoria de vila, e, em 1842, tornou-se cidade. Com o progresso, veio a falta de noção. O povo passou a usar a água do tanque para tudo: lavar roupa; jogar lixo; despejar esgoto; e até para abater os animais. Não deu outra: o rio e o laguinho ficaram poluídos.

A partir de 1853, as águas do tanque foram drenadas, o lugar foi aterrado e em cima dele foi erguido o primeiro barracão do mercado municipal.

Mas ainda faltava água de beber. E então surgiram os primeiros chafarizes.

 

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